Dica Musical: Genesis
Como estou tentando tornas as sextas em dias de postar dica musical, hoje vou apresentar Genesis. Por sugestão da Luísa, que além de gostar tem um vinil. Justamente o vinil do álbum que pretendo tornar conhecimento de vocês.
Genesis - Selling England by the Pound
Apesar do Genesis ser famoso, ao menos de nome, poucos são aquelas pessoas que conhecem ao ponto de saber o nome de alguma faixa - eu mesmo conheço poucas dessas pessoas. Mas a questão é que no ano em que foi lançado, 1973, Selling England by the Pound conquistou a posição 70 na lista Billboard de álbuns pop - apesar de ser considerado Rock Progressivo.
Muitos fãs de rock progressivo brasileiros consideram Genesis a maior banda de Rock Progressivo por causa do show feito em 1977, no Maracanãzinho, deixando muitos tiozões loucos. Isso em uma época que as grandes bandas internacionais mal tinham descoberto o Brasil e que para conseguir material de alguma banda gringa era necessário conhecer alguém que morasse fora, ou fosse vaijar para outro país.
Para perceber que Selling England by the Poundé um álbum temático, baseado na história medieval da inglaterra. Não é, de modo algum, um álbum comum - o que é comum quando se fala de rock progressivo? - basta ouvir a primeira frase da Dancing With the Moonlit Knight, música que abre o disco:
“Can you tell me where my country lies?”
Said the Unifaun to his true love’s eyes
“It lies with me!” Cried the Queen of Maybe
-For her merchandise, he traded in his prize.
Em tradução livre fica mais ou menos assim:
“Você poderia me dizer onde se encontra o meu país?”
Disse o unifaun* aos olhos do seu verdadeiro amor
“Ele encontra-se comigo!” Gritou a Rainha do Talvez**
- Pela sua mercadoria, ele trocou por seu prêmio.
* Junção de Unicorn (unicórnio) com Faun (Fauno). O personagem Unifaun representa a velha Inglaterra histórica.
** Queen of Maybe = Alusão para Queen of May (Rainha de Maio), que na música é a Inglaterra moderna.
Faixas do álbum
- “Dancing with the Moonlit Knight” – 8:02
- “I Know What I Like (In Your Wardrobe)” – 4:07
- “Firth of Fifth” – 9:35
- “More Fool Me” – 3:10
- “The Battle of Epping Forest” – 11:49
- “After the Ordeal” – 4:13
- “The Cinema Show” – 11:06
- “Aisle of Plenty” – 1:32
Destaque para a já citada Dancing with the Moonlit Knight, Firth of Fifth e a épica The Cinema Show. A ultima que para mim é a melhor deste trabalho.
Vocês Querem Rock? Gig Rock!
No mês do rock, de 4 à 12 de julho, o festival de bandas independentes GIG ROCK vai apresentar 40 bandas em 10 dias no Porão do Beco, em Porto Alegre.
Essa é a quinta edição do Gig Rock e conta com participações de bandas de fora do Rio Grande do Sul, tais como: El Mato a un Policia Motorizado (Argentina), Ecos Falsos (São Paulo) e Móveis Coloniais de Acaju (Brasília). Os representantes gaúchos em destaque serão: Locomotores, Cartolas, Império da lã, Superguidis, Space Rave, Tom Bloch, Pública e Frank Jorge.
Além dos dez dias de shows, terá palestras com nomes importantes do meio musical no dia 5 e 12 de julho às 17h.
Os feras Pablo Miyazawa, da Rolling Stone; Iuri Freiberger, produtor musical e integrante da Tom Bloch; Luiz Pimentel, do MySpace; e Roger Lerina, da Zero Hora; falam sobre festivais independentes, novas midias, produção executiva de bandas e jornalismo musical.
Te liga na progamação.
Shows:
Sexta, 4 de julho - Cartolas, Valentinos, Planondas, Poliéster e Severo em Marcha.
Sábado, 5 de julho - Frank Jorge, Tom Bloch, Locomotores, Supergatas e Apanhador Só.
Domingo, 6 de julho - Morgan Le Femme, Yesomar, Redoma, Alcalóides e Los Vatos.
Segunda, 7 de julho - FENX, Eu, Zé e os Caras, Gulivers, Alcaphones e Rockfort.
Terça, 8 de julho - Grosseria, Xamorx, 6sicks6, Disrupted Inc. e Burning Brain.
Quarta, 9 de julho - M.I.P.V (Músicas Intermináveis Para Viagem), Chaka, No Rest, Chicken´s Call (França) e Bandinha Di Dá Dó.
Quinta, 10 de julho - Lautmusik, Reverso Revolver, Space Rave, Subtropicais e Fruet e os Cozinheiros.
Sexta, 11 de julho - Andina, Identidade, X-Galinha e Flutuantes.
Sábado, 12 de julho - Walverdes, Móveis Coloniais de Acaju (Brasília), Império da Lã, Ecos Falsos (São Paulo) e Pública.
Domingo, 13 de julho - A Red so Deep, Superguidis, Damn Laser Vampires e El Mato a un Policia Motorizado (Argentina).
DEBATES GIG ROCK - dias 5 e 12 de julho, sábados, às 17h
Os debates serão comandados pelo jornalista Marcelo Ferla com convidados.
Convidados de sábado, 5 de julho
Pablo Miyazawa (Rolling Stone), Mini Bittencourt (Walverdes), Lelê Bortholacci (LB Produtora) e Jimi Joe (Unisinos FM)
Convidados de sábado, 12 de julho
Fabrício Nobre (Mosntros Discos - Abrafin), Tiago Carandina (MySpace), Roger Lerina (Zero Hora) e Iuri Freiberger (Tom Bloch, produtor musical e curador do Gig Rock)
Serviço:
O quê? Festival Gig Rock.
Quando? De 4 à 13 de julho, 22h
Quanto? Sextas e sábados: R$ 15,00. Domingos, segunda e quinta: R$ 10,00. Terça e quarta: R$ 5,00. Debates: 1kg de alimento. Passaporte para todos os dias: R$ 80,00
Onde? Porão do Beco - Av. Independência, 936 - Porto Alegre
Gig Rok myspace: www.myspace.com/gigrock
Ceva&Blogs 4 - O retorno!
Na minha humilde opinião Networking sem cerveja não rola. Simples assim.
Minha sorte que o Bender tomou a iniciativa do 1° Ceva&Blogs. Depois passou a responsabilidade para a Carla. Que passou a batata-quente pro Jumar Noronha que, por sua vez, empurrou o ovo-podre para a Gisele.
Aos poucos o Ceva&Blogs ganha importante na região sul do pais, chegou a sair do estado duas vezes.
Mas Porto Alegre é o berço e aqui é que as coisas acontecem. Nada de eventos com patrocinadores empurrando panfletos chatos. Aqui, mesmo sem querer, não desmatamos meia-Amazônia com propagandas e papelzinhos do Santo Expedito.
Nosso negocio é produção de grãos que resultem em cerveja, conversa fiada e junky-food.
Chega de papo, vamos ao que interessa.
Segundo o que a Gisele postou:
Serviço:
O quê? Cevas e Blogs - o retorno
Onde? Cavanha’s (Lima e Silva 274 - o de dois andares)
Quando? 11de julho - sexta-feira - 19 horas
Quem? A nata da blogosfera gaúcha (sim, eu vou de bicona)
Por que? Porque socializar é bom. Conhecer pessoas é bom. Beber é bom.
Como? Chega chegando no Cavanha’s. O mapa está ali embaixo (aquela coisa laranja é o Cavanha’s). Deixaremos uma garrafa de cerveja em cima da mesa para que os novatos nos reconheçam, ok?
Para quem quiser saber de mais pessoas que foram convocada, tá no Hit na Rede também.
O esquema continua a mesma coisa: Quer ir? Vai. Quer divulgar? Divulga. Quer levar namorada/mulher? Leva. (sujeito a restrições de idade do estabelecimento) Quer pagar uma rodada de cerveja para todo mundo? vai fundo!
Não é provérbio Klingon, mas é tão importante (e velho) quanto:
Se dirigir não beba, se beber me convide!
Até o Ceva&Blogs.
A União Faz a Força: Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

A foto acima mostra, e aqui vai uma breve descrição de cada um deles:
- 1 exemplar do The Best of Make
- 1 Eee PC 701
- 2 Card drives PQI U505
- 1 exemplar do Upgrade your life
- 2 Pendrives retráteis Sandisk Cruzer - pra nunca mais perder a tampinha
- 2 Swisscards Victorinox
Além disso, a Red Bug vai participar como parceira na promoção, trazendo 12 camisetas geeks para vocês, à escolha dos sorteados (a Red Bug verificará a disponibilidade em seu estoque da camiseta escolhida pelo vencedor, caso a mesma não esteja disponível, ele poderá escolher uma outra estampa).
A pouco tempo me juntei a um grupo de usuários de softuares livres, tanto que meu primeiro passo foi mudar o sistema operacional. Acredite se quiser, estou vivo. Antes pensei que não conseguiria viver sem o Ruindows, quando meu desapego com o Microsoft Word chegou ao ponto de eu esquecer de instalar na máquina e só lembrar após 2 meses, percebi que podia usar alternativas. Ate questionei os amigos do Twitter sobre meu caso. Só me confirmaram o que eu já suspeitava.
É assim: quando se esta nesse mundo não se quer sair e sim torna-lo melhor.
Ajudar a Wikimedia Foundation, mesmo que indiretamente, é de certa forma o mesmo que me ajudar no futuro, pois utilizo muito. E mesmo que os outros mantedores de projetos eu não use tanto - ou apenas não me dê conta de que uso - posso vir a precisar.
Não é apenas um ato de caridade, na verdade é o bom e velho “uma mão lava a outra”.
Efeitos da Justiça: Lei de de tolerância zero ao álcool
Não faz nem uma semana que a nova Lei de Tolerância ao consumo de álcool por motoristas entrou em vigor e eu já senti seus efeitos.
Para quem não sabe, agora o condutor não pode ter nenhum percentual de álcool no sangue, em poucas palavras quer dizer que caso tu beba a ceva santa no almoço de domingo na casa da tia, tu já não pode por lei dirigir. O que muitos ficam em duvida é por quanto tempo. Bem, lógico que equivale de pessoa para pessoa, mas a média é de CINCO HORAS.
Imagina a bronca: Depois de comer e conversar aqueles assuntos que não mudam nunca, esperar cinco horas. Quer dizer que: Ou aprende a andar de ônibus. Ou gasta uma fortuna em táxi.
Não sei se igualar aquele que toma um chopp ao mesmo nível do bêbado é uma boa idéia. Se com essas medidas as estatísticas baixarem eu acabo me conformando com a situação.
Por outro lado a questão é: Pimenta nos olhos dos outros é sempre refresco.
Existe a cultura da bebida alcoólica enraizada e por mais certo que pareça correto diminuir os riscos de acidentes, tanto na estrada quanto nas cidades, o ideal para o individuo é que tais medidas sejam tomadas de forma que não afetem sua liberdade de escolha.
Foi nesse tipo de situação que eu me meti ontem. Após ter defendido pela manhã a tal lei nova, me encontrei com a Luísa e o Eduardo. Conversa vai…conversa vem… E fomos comer um xis.
Foi ai que percebi que estava em um mato sem cachorro. Enquanto eles bebiam animados sua Polar, tive que me contentar com um refrigerante de Cola. Doeu-me na alma.
Nesse instante me perguntei: Será que vale realmente a pena enquadrar degustador ao nível de bêbado?
Existem além dos problemas culturais e sociais. Problemas clinicos, visto que alguns remédios acusam nível alcoólico no bafômetro e na coleta de sangue. Dai pergunto: E agora, José? Tomo o remédio e arrisco perder o carro, ganhar uma multa e ser preso? ou desisto do carro de vez?
Algo para ser pensado.
Dica Musical: Suco Eléctrico
Inaugurei a sessão Dica Musical com um filé, King Crinsom.E hoje, pensando qual será o próximo favorecido da sessão pensei: Se a moral é apresentar bandas, vou apresentar algo daqui.
Algo daqui e de qualidade.
Suco Eléctrico
A banda é de Porto Alegre, tem oito anos de estrada e esta para lançar o primeiro CD - em fases de finalização. Eles rodam o estado divulgando o EP.
Nos shows conduzem sentimentos e explosões de animo de maneira singular, poucas bandas são capazes de encantar como a Suco.
Tive a sorte de conhecer trabalho no Grito Rock. Depois fui convidado para acompanhar a banda em Caxias do Sul. Sem medo afirmo que os shows são foda (impossivel não soltar um palavrão, definir magnitude com “bacana” e “legal” não dão a ideia de um show de rock).
Fugindo de lugares que dão pouco valor aos artistas, tendo “bandas abajûr” como define Augusto(guitarra): Bandas que ficam em um canto tocando e ninguém presta atenção, só servem para fazer fundo musical. Em Caxias pude ver a diferença entre um show de festival e um show proprio. Começando pela bateria de Alexandre, que fica posicionada a frente, já que ele também canta. Tudo também é acertado para Dani(Vocalista) ter espaço para circular, K.C.O revesar entre o teclado e a guitarra e Drunk colocar os graves de seu baixo. Nesse show apesar do público reduzido (por causa do feriado) a aceitação foi plena, tanto para as músicas do EP, quanto para as covers (Led Zeppelin, Queens of Stones Age, Mutantes…).
A outra face - ou seria sabor? - é o projeto Especial Mutantes, como o nome já diz: o foco central é as cover do Mutantes. Que conferi no ultimo dia 12. Impecavel, ou como me falou um amigo “Matou a pau!“.
Com toda essa bagagem, não preciso dizer que tem um traço de tropicália no som da Suco, mas não se detem só a isso.
Como encontrar? No site e no myspace da Suco Eléctrico. Caso tu queira marcar um show, é só falar mandar um e-mail para o Jonas.
Incrivel Hulk Muito Melhor
Lembro de 2003, Hulk era anunciado e eu previa o desastre, aguentei pouco mais que 45 minutos na frente da tela. Meu relógio biológico falou mais alto e sai para tomar uma cerveja. Não dava para assistir sóbrio aquele filme.
Quando conheci a HQ eu tinha apenas 10 anos, forcei minha mãe a comprar uma edição que já era velha na época. Pensava eu que o Hulk era um tipo de herói que ficava verde para combater o crime , não entendia porque ele andava disfarçado (Era uma edição que estava permanentemente verde, mas consciente).
Pouco soube sobre o novo filme ate a noite que fui assistir, sabia da existência do filme graças ao Receita do Sucesso e também ouvi um comentário em algum lugar que o Brasil era locação do filme.
Meu único erro foi não ter olhado o bilhete do cinema. Sem querer fui de dublado. Êêê burrice!
Com uma pequena recapitulação do que ocorreu no ultimo lixo filme, começa na Favela da Rocinha no Rio. Não conheço o Rio e nem suas favelas, nem poderia opinar, apenas achei engraçado montes de americanos armados baleando um cara correndo e os traficantes não aparecendo e baleando tudo que corresse morro acima. Li muita gente reclamando do sotaque “portunhol” dos atores que atuam como brasileiros, ate mesmo o diretor pediu desculpas para a folha. Como eu vi dublado, comento sobre a dublagem: É esquisito ver um ator dublado tentando falar português, não se sabe direito onde ele começa a tentar falar português e onde ele esta falando naturalmente.
As cenas de ação na Rocinha, que nem é a Rocinha e sim na favela Tavares Bastos, são empolgantes e dinâmicas. Gosto muito dessas cenas de perseguição estilo “Ultimato Borne”.
Achei um filme completamente válido para a franquia da Marvel. As cenas de luta contra o soldado exposto propositalmente a radiação gamma, Emil Blonsky, bem feitas. Pecando somente em não deixar claro que a raiva do Hulk é a chave da sua força para vender o soldado.
No final temos um gancho para um possível filme com o Homem-de-Ferro, como não vi ainda, lavo minhas mãos em dar opinião.
O filme não tem uma trilha sonora marcante, mas só notei depois que sai do cinema. Visto que não fez nenhuma falta.
(Quando (ou SE) eu ver o filme legendado comento os sotaques)
Resultado da Promoção - Finalmente!
Já era sem tempo de anunciar o vencedor da tão sonhada promoção do Basquete de Rua.
Primeiros as desculpas: Eu estava com preguiça de postar e por isso fiquei dez dias sem dar noticias por aqui. Entre muita cerveja e uma doenças que me deixaram sem beber por dois dias. Estou de volta.
Sem mais de longas: imprimi todos os posts e coloquei-os em cartinhas, então tentei convencer Angélica a sortear igual os velhos tempos de programas infantis. Mas ela ia me cobrar um cache e pela grana que eu ofereci ela disse que só mandava o nariz do Huck. Foda né!
Logo, pensei em fazer aquela coisa de vídeo com o resultado e tal. Mas aqui não tem credibilidade nenhuma para se duvidar de alguma.
Como ultima e definitiva medida, convoquei a comissão julgadora: Eu e a Polar. Em uma mesa de toalhas xadrez e comendo risolis decidimos (Polar e eu) que o vencedor é:
<!– @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } –>
Que em seu texto sobre basquete de rua, escreveu direitinho as regrinhas e disse que jogava quando era um piá. Comoveu toda a redação e faturou.
Eu não tenho a mínima idéia de como mandar a camiseta para ele, mas entraremos em contato (eu acho).
Dicas Musicais: King Crimson
Hoje vou inalgurar uma sessão aqui, tudo isso faz parte de um projeto lançado e idealizado por mim para controlar e manter frequência nas postagens. Em miudos, muito espaço em branco entre as postagens mostra que sou relaxado e relapso, meus leitores não precisam dessa confirmação.
Dicas de Disco é uma maneira de eu lembrar, apresentar e mostrar aquele som bom que tinha na época do vinil.Não só rock, tudo que cair na minha mão e eu achar que tiver qualidade.
Essa semana vou começar com um álbum que é no minimo surpreendente.
RED - King Crimson
King Crimson é normalmente classificado como Rock Progressivo, mas tem junto muitos elementos de jazz, rock pesado, folk e música clássica. Para quem acha que progressivo é só Pink Floyd, dê uma escutada nesse álbum.
Red é um álbum da fase experimental do King Crimson, intercala o som pesado com o erúdito.
Para os amnetes do Rock Progressivo ou para quem gosta de mistura de som e influências Red é um prato cheio. Tudo começa com a faixa titulo, Red, um instrumental com peso e que não é apenas solos. Fallen Angel é melodica e chega em certos momentos parecer um pouco pop, mas está enraizada no rock e isso se torna evidente em poucos minutos. One More Red Nightmare varia entre uma introdução sombria e um ritmo alegre. O vocal Simpático chega a encantar. Providence é um instrumental improvisado, gavada ao vivo no Palace Theatre, Providence, EUA, em 30 de Junho de 1974.
Starless é o grande motivo dessa dica de hoje, a música tem um inicio melódico e emocionante. Na verdade, eu diria que emocionante é como essa música - se não o disco todo - deve ser definida. Valendo a pena seus pouco mais de 12 minutos.
Fica ai a dica, som de primeira qualidade para os amantes de um som progressivo e algumas vezes improvisado.
Dói no Bolso: Converse All-Star
Cada tem seu tipo de objeto, marca ou qualquer coisa preferida. Quando é usada por um numero grande de pessoas eis que surge a moda.
Comigo foi o All-Star.
Eu era piá tinha apenas 13 anos. Magro, sem estilo e habilidade notável passava despercebido em qualquer lugar. Quando se tem 13 anos no geral tudo que um guri veste é com o consentimento da mãe, se é uma guria o pai da uma opinião. Comigo não era diferente, eu ainda não trabalhava, só estudava e mamãe que escolhia as roupas, felizmente minha mãe apenas palpitava e ficava sujeita a minha aceitação.
Nessa mesma época meu conhecimento de música (entenda por Rock) era quase nulo. Tudo que eu conhecia - e gostava - era blues e rock clássico. No resumo, trilhas sonoras dos filmes que eu assistia na tv. Além disso, escutava por osmose pagode, sertanejo e bem pouco do rap da época. Também era a feliz época de popularização do Videokê (alguém ainda lembra?).
Na verdade o Videokê fez parte desse periodo e influênciou bastante. Mas conto isso em outra oportunidade.
Com 13 anos na cara, já me achando gente e queerndo liberdade, decidi comprar meu primeiro All-Star. Dois motivos me atrairam para ele. Um: Estilo, aquela borracha branca na frente tinha de sobra estilo ainda mais que era praticamente um quadro para os artistas usarem da criativdade (O que não era meu caso). Dois: preço, afinal de contas um tênis com estilo e por menos de 30 reais, eu estava no paraíso e meu orçamento adorava.
Pois é nesse ultimo motivo que quero me estender. Como eu disse, paguei menos de 30 reais meu primeiro All-Star. Meu segundo, foi 30 reais caso não me falha a memória, era o chamado botinha (cano ate o tornozelo), mais cara que o convencional. Hoje seis anos depois, o Brasil têem a disposição muito mais que as clássicas 4 cores (Preto, Vermelho, Azul e Verde), as opções são tantas que um shopping da capital gaúcha tem uma loja própria da marca.
Metalizado, Xadrex, Listrado, sem Cardaço, Pro Casual, Couro, Cores Lisas (agora com muito mais cores…). Essas são apenas umas das opções disponiveis atualmente.
Esse singelo tênis que começou a ser fabricado em 1917 e que em 1923 com parceria do jogador de basquete Chuck Taylor, foi desenhado para a pratica de basquete, ja que na época não havia nenhum tênis especial para o esporte.
Desde quando eu tinha 13 anos, o modelo se popularizou. Aos meus 15 anos uma marca famosa de tênis esportivos (nike) comprou a Converse (fabricante do modelo All-Star). Quando um empresa grande compra um produto desse tipo, o mais sensato a se fazer é um marketing feroz em cima. Foi que a Nike fez com o All-Star, em pouco tempo o produto ficou muito conhecido fora do underground e começou a produção de
modelos váriados.
O que era tosco virou sinônimo de alternativo.
O preço também ficou alternativo, e como quase tudo que é alternativo e de qualidade. Ficou caro.
Se em 2001 eu paguei no modelo Botinha 30 reais. Atualmente ele não sai por menos de 80 reais. Com um par hoje eu comprava dois pares e algumas meias. Baita diferença não?
Claro que não to reclamando aqui querendo que a econômia fique congelada durante sete anos. Eu mesmo tenho noção de que a esse preço o All-Star é vendido muito mais do que quando seu preço era baixo. Enquanto houver procura a tendência é o aumento do preço.
A situação se agrava para quem gosta de ter um tênis diferente. Os modelos cores lisas já são mais do ultra populares. Sobram os modelos alternativos de custo muito mais elevado.(dependendo do modelo, passa dos 100 reais). Mas como eu já disse: Enquanto houver procura a tendência é o aumento do preço.
Fica aqui meu apelo, parem de usar All-Star. Porque senão eu vou ter que começar a calçar Topper!








